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Apoiado pelo
Ministério da Educação


Estabelecimento de Ensino Integrante da Rede Pública
Financiado pelo Ministério da Educação ao abrigo de Contrato de Associação

Cofinanciado:


HISTÓRIA

Monsenhor Joaquim Maria Lourenço
1900 - 1988

 

O Colégio de Nossa Senhora da Graça é uma instituição sem fins lucrativos, com mais de cinquenta anos ao serviço do ensino e da educação, localizado na sede da freguesia de Vila Nova de Milfontes, no litoral do concelho de Odemira.

Nasceu da vontade e do espírito visionário de um sacerdote, Joaquim Maria Lourenço, como uma das valências da Colónia Balnear de Nossa Senhora de Fátima, mais tarde, designada por Instituto, com autorização provisória, em 29 de outubro de 1959, com apenas 7 alunas internas. O alvará definitivo data de 21 de março de 1962. 

Foi, assim, uma das primeiras ofertas educativas deste concelho, até mesmo, de toda a região a sul do Tejo e, mais especificamente, do Baixo Alentejo, respondendo às necessidades sociais e educacionais de uma vasta região.

O fundador desta obra manteve a seu cargo as funções de Diretor, até ao início dos anos 80.

Inicialmente, funcionou como escola exclusivamente para raparigas, em regime de internato, passando a abrir as suas portas a raparigas externas e, mais tarde, em outubro de 1968, aos rapazes, em regime de externato. Em 1975, foi criado também o regime de internato para os rapazes.

Em 1981, iniciou a oferta da educação do ensino Pré-Escolar, continuando a ser uma das pioneiras, no concelho de Odemira.

Na mesma época, o Colégio passou a integrar a Rede Pública de Ensino, através da celebração de uma parceria com o Estado, com o objetivo de responder às necessidades do Sistema Educativo Português, resultante da massificação do ensino, pós-25 de abril de 1974.

Esta parceria concretiza-se com o Contrato de Associação, celebrado com o então Ministério da Educação e das Universidades, em 1982, dirigido por João Fraústo da Silva, do VIII Governo Constitucional.

É nesta altura que a Direção do Colégio passou a ser colegial, constituída por três elementos, o(a) Diretor(a) Pedagógico(a), o(a) Subdiretor(a) e o(a) Secretário(a), estrutura que se tem mantido até hoje.

No início dos anos 90, o Colégio continuou a alargar a sua oferta educativa e formativa, com a implementação, em 1993, do ensino secundário dos cursos gerais e tecnológicos e ainda com a introdução do ensino recorrente, em período diurno, para o ensino básico, e noturno, para o ensino secundário.

No final dos anos 90, o Colégio deixou de funcionar em regime de internato.

A partir do ano 2000, o Colégio passou a ter uma Direção exclusivamente leiga, continuando a apostar na qualidade das infraestruturas e dos equipamentos, na qualificação académica e profissional do corpo docente, bem como na estabilidade do mesmo, com vista ao sucesso educativo da comunidade que serve.

A conquista da AUTONOMIA PEDAGÓGICA foi um dos principais objetivos da atual Direção, tendo sido obtida, no ano letivo 2010/2011. As linhas orientadoras da ação desta Direção, consubstanciam-se na intensificação do trabalho em rede, através da articulação com os parceiros locais, regionais e nacionais e na gestão pedagógica participada, quer com a criação de órgãos pedagógicos com decisão intermédia, quer com o incentivo à participação dos Pais e Encarregados de Educação e dos Estudantes, através da sua representação no Conselho Pedagógico.

A comunicação com o exterior tem sido uma constante, promovendo a divulgação de informação e a transparência na ação educativa.